quinta-feira, 9 de junho de 2011

Escandalizando

Há uns dias me deparei com uma notícia diferente: Um pastor evangélico está lançando um modelo de cobranças do dízimo no débito automático e ofertas parceladas em até 12x. Mas "quem decide o quanto quer doar é o próprio doador" afirma o pastor. Quem se cadastrar ganha um "brinde de Jesus".

Mas que coisa é essa?

Primeiramente, temos que concordar que nenhuma instituição sobrevive sem recursos financeiros. Os recursos da igreja provém

integralmente da contribuição de fiéis. Biblicamente, tudo o que temos e recebemos provém de Deus e Ele espera que você ajude a contribuir por amor, sim, para a manutenção da obra.

Infelizmente, existem pessoas que parecem não estar com a intenção de apenas manter um ministério. Se existe essa intenção, ela é botada em prática de uma maneira um pouco equivocada. Falta de fé talvez. "Débito automático". Tem medo de o fiel esquecer de pagar? Quer "fidelizar o fiel"? A história de apenas "facilitar a vida" dos doadores com esse sistema é meio suspeita. Deus sabe de todas as coisas, amigo. Creio que não precisamos atingir esses extremos pra que tenhamos sucesso.

Mas enfim, o objetivo do post não é discutir o quão certo ou errado é proceder assim e nem discutir o tema do dízimo e oferta, mas sim meditar no impacto desse tipo de notícia, principalmente no meio não-cristão.

Eu mesmo presenciei um grupo de pessoas falando exatamente sobre essa notícia. O show de blasfêmias e ofensas foi bem contundente. As palavras de indignação, chacota e desprezo por Deus e pelos crentes de maneira geral foram constrangedoras.

Esse é o principal motivo pelo qual eu, particularmente, acho isso errado. Não é nem tanto pela forma nada convencional de se recolher as ofertas (sem contar nas promessas que são feitas pra quem contribui, o que faz com que o cristão não contribua somente pelo ato de amor), mas é que pega mal lá fora. Depois disso, pastor é tudo ladrão e crente é tudo massa de manobra.

Temos que aprender a viver mais pela fé e pela Bíblia!

Viver pela fé nesse sentido não é esquecer do dinheiro e esperar as coisas caírem do céu, mas ter em mente essas coisas:

- Você, cristão -- "Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que contribui com alegria." (2 Co 9:7)

- Você, pastor -- "Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas." (Mt 6:31,32)


Abraços,
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2 comentários:

Naa Marques disse...

Muito boa a imagem que você achou, amor :D
ótimo post, concordo com você!

Alana. disse...

Muito booa a reflexão!
Devemos contribir com alegria, segundo o nosso coração :)

beijooos, Fiquem com Deus!